Secretaria de Turismo e Cultura promove bate papo com fazedores de cultura de Aracruz
A construção de políticas públicas de cultura vem ganhando força em Aracruz, impulsionada pelo diálogo entre poder público e agentes culturais. Com esse objetivo a secretaria de Turismo e Cultura (Semtur), realizará um bate papo com os fazedores de cultura. O evento acontece nesta quinta-feira (04) às 18h, no Teatro José Maria Coutinho, centro de Aracruz. A iniciativa busca garantir o acesso à cultura como um direito de todos, promovendo ações estruturantes, financiamento adequado e valorização da diversidade cultural local.
Os gestores e fazedores de cultura estão construindo coletivamente ações baseadas em três eixos fundamentais: formação permanente, protagonismo cultural e cultura como instrumento de geração de emprego e renda. O primeiro eixo dessa construção é a formação permanente dos fazedores de cultura, reconhecendo que a capacitação e o protagonismo dos agentes culturais são fundamentais para o desenvolvimento do setor.
Desde julho, a Prefeitura de Aracruz vem promovendo diálogos com artistas, coletivos e representantes culturais da cidade, ouvindo demandas e construindo caminhos para consolidar uma política cultural participativa.
Nesta semana, foi dado mais um passo importante: o debate sobre a Lei nº 14.903, de 27 de junho de 2024, que estabelece o Marco Regulatório do Fomento à Cultura em todo o Brasil. Esse novo instrumento legal garante maior segurança e transparência na destinação de recursos, assegurando que eles cheguem efetivamente às comunidades, periferias, grupos tradicionais e coletivos culturais.
Aracruz se prepara para um futuro ainda mais promissor. Como Capital Nacional da Cultura em 2026, o município será sede da Teia Nacional Cultura Viva, o maior encontro cultural comunitário do país. Até 2027, a meta é ousada: tornar-se a primeira cidade do Espírito Santo e a quinta do Brasil a ter sua própria lei municipal de Marco Regulatório da Cultura, alinhada ao Sistema Nacional de Cultura.
“A formação é a base para a autonomia dos fazedores de cultura. Quando oferecemos acesso ao conhecimento, estamos não apenas valorizando o talento local, mas garantindo que esses agentes possam se profissionalizar, acessar editais, gerir seus projetos e atuar de forma sustentável no setor”, explica o secretário da Semtur, Carlos Bravo.
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